Sejam bem vindos ao Blog do Grupo 3 do Módulo de Acolhimento.
Administração Pública-UFJF

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

“TÉCNICAS DE ESTUDO”


          Ao ler um texto devemos atuar como detetives, galgando degraus na compreensão do texto. O primeiro degrau a ser escalado para compreender um texto é a confecção de um glossário, o segundo é o fichamento, o terceiro é o resumo e o quarto e último e a resenha. O texto “Técnicas de Estudo” nos fornece estratégias para a organização das informações obtidas e para a produção de material de estudo a partir da leitura dos textos, como glossário, fichamento, resumo e resenha. Esse encadeamento (glossário, fichamento, resumo e resenha), juntamente a organização, além de ser útil para o estudante na compreensão do texto, servirá, no futuro, para consultas e pesquisas.

          O primeiro degrau é alcançado na primeira leitura do texto, leitura essa que é feita de forma continua, onde se devem destacar palavras, expressões, fatos históricos... elementos desconhecidos ao leitor. Com a anotação dos “elementos desconhecidos”, se devem pesquisar seus significados, conceitos, teorias...

O Fichamento é o segundo degrau, alcançado numa segunda leitura do texto. Nessa leitura, devemos grifar as informações mais importantes, o “que serve tanto para estudarmos futuramente como para buscarmos informações para a confecção de um trabalho”.

          “O glossário e o fichamento são trabalhos de caráter bem pessoal. /.../ A partir da terceira e da quarta leituras, o nosso trabalho já exigirá um pouco mais de formalidade e de fidelidade às idéias do autor.”

Ao iniciarmos a terceira leitura do texto, devemos ter em mente três perguntas: “Qual o tema do texto?”, “Qual(is) a(s) teses defendida(s) pelo autor?” e “Quais são os argumentos utilizados pelo autor para justificar, comprovar e validar sua tese?” Para facilitar, à medida que se for lendo o texto, essas respostas poderão ser anotadas a parte, facilitando a elaboração do resumo do texto.

          O resumo é um relato que fazemos com nossas palavras, onde são apresentadas as idéias do autor, evidenciando as partes mais importantes.

          Ao fim da terceira leitura estamos aptos a redigir o resumo do texto onde deverá ser apresentado na sequência: o texto e o autor, o tema, as teses defendidas e os vários argumentos, na ordem que eles aparecem no texto.

          Na quarta leitura, objetivo é a elaboração da resenha, que nada mais é que um resumo expandido onde fazemos um juízo crítico sobre o conteúdo do texto, podendo ser negativo ou positivo.

          “A quarta leitura necessita de um grau de atenção ainda maior do que a terceira. /.../é preciso identificar: as idéias que foram tomadas de outros estudiosos; o estilo da redação; o modo como o autor conduziu o texto; o tipo de linguagem utilizada; as explicações que pareceram inconsistentes ou incompletas; os exemplos interessantes; e os irrelevantes.”

          A resenha é um texto dissertativo e segue praticamente o mesmo esquema do resumo, sendo que nela acrescentamos nossas críticas ao texto e “debatemos sobre a importância do texto para a área de conhecimento em que ele se insere, destacamos as novidades e as informações importantes que o texto trouxe, apontamos para quais áreas de conhecimento ele serve, ou seja, informamos qual a relevância do texto.”

          Após atingirmos o quarto degrau com a elaboração da resenha temos todo material sobre o texto, material esse que será muito válido em futuras consultas e estudos e que poderá ser utilizado em qualquer tipo de texto.

Por Jefferson L. Oliveira

Gerência do tempo e planejamento de estudo



No texto “Gerência do tempo e planejamento de estudo” os autores Anderson Luiz da Silva e Rodrigo Toledo França convidam à uma reflexão sobre as peculiaridades dos procedimentos de leitura e escrita num curo à distância e sugerem estratégias para administração do tempo e organização dos materiais utilizados ao longo do mesmo.

Para tanto, comparam a jornada do curso a uma viagem onde o viajante é o aluno; a passagem, a leitura; o itinerário – composto de diversas estações – o conteúdo a ser aprendido; a bagagem, organização e o diário de viagem, a escrita.

Estudar não significa apenas ler. É necessário ainda compreender o que se lê, relacionar temas, identificar idéias, objetivos, traçar paralelos, etc. O aprendizado, em qualquer curso, depende não apenas da capacidade intelectual do aluno, mas também de boa dose de dedicação, disciplina, envolvimento e comprometimento, além de organização e bom aproveitamento do tempo.

A forma de aprender difere e uma pessoa para outra, mas algumas dicas valem para todos e auxiliam muito na construção do aprendizado, como: elaborar um calendário, estabelecer um horário fixo de estudos, fazer cronograma que se adeque a sua maneira de estudar e ao tempo disponível e escolher local apropriado.

A leitura com objetivo de estudo deve ser mais cuidadosa. Grifos e anotações, resumos fichamentos e esquemas são importantes para ajudar a fixar melhor o conteúdo lido e também auxiliam a detectar a hierarquia das informações e recordar conteúdos já lidos há algum tempo. Também o uso de dicionários é fundamental para esclarecimento de dúvidas e construção de vocabulário.

Contudo, um bom profissional não deve apenas se limitar ao estudo dos conteúdos didáticos exigidos no curso. Bons programas de TV, literatura, música, cinema, teatro, jornais e revistas, são ótimas fontes de conhecimento e enriquecimento da cultura e contribuem para o aprendizado, assim como a participação em eventos acadêmicos (palestras, congressos, seminários, etc) e pesquisas na Internet. Esta última constitui uma fonte inesgotável de informações, possibilidades e oportunidades de conhecimento e estudo. Entretanto, são necessários alguns cuidados a fim de se obter informações confiáveis, devendo-se consultar, preferencialmente, sites oficiais e textos acadêmicos como bases para a pesquisa na rede.

Outra dica importante destacada no texto é a organização do material de estudo. Todo material lido e gerado – tanto papel, quanto arquivo – deve ser separado em pastas conforme o tema, nomeadas e arquivadas de forma a facilitar sua localização.

Por fim, o que os autores comparam ao “diário de viagem”: a produção escrita. É fundamental que o estudante saiba produzir textos próprios e, como só se aprende a escrever, escrevendo, o aluno deve se habituar a fazer anotações, resumos, resenhas... tomando sempre o cuidado de usar palavras e frases suas ou, no caso de cópia, indicar referências.

Por Marlú Carvalho Ferreira

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Moodle- A Sala de Aula Virtual



Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment - Moodle é um software livre, de apoio à aprendizagem, executado num ambiente virtual. A expressão designa ainda o Learning Management System (Sistema de gestão da aprendizagem) em trabalho colaborativo baseado nesse programa. Em linguagem coloquial, o verbo to moodle descreve o processo de navegar despretensiosamente por algo, enquanto fazem-se outras coisas ao mesmo tempo.
O Moodle possui uma leve semelhança com o mundialmente conhecido Orkut, com a diferença de ter seu direcionamento focado na educação e interação entre estudantes e professores.
O conceito foi criado em 2001 pelo educador e cientista computacional Martin Dougiamas. Voltado para programadores e acadêmicos da educação, constitui-se em um sistema de administração de atividades educacionais destinado à criação de comunidades on-line, em ambientes virtuais voltados para a aprendizagem colaborativa. Permite, de maneira simplificada, a um estudante ou a um professor integrar-se, estudando ou lecionando, num curso on-line à sua escolha.
O programa é gratuito e pode ser instalado em diversos ambientes desde que os mesmos consigam executar a linguagem PHP.
Muitas instituições de ensino (básico e superior) e centros de formação estão adaptando a plataforma aos próprios conteúdos, com sucesso, não apenas para cursos totalmente virtuais, mas também como apoio aos cursos presenciais. A plataforma também vem sendo utilizada para outros tipos de atividades que envolvem formação de grupos de estudo, treinamento de professores e até desenvolvimento de projetos.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Pesquisa na internet: recursos e técnicas



Utilizando conhecimentos básicos para navegar, ao realizar uma busca com bons resultados na rede é preciso:
• Ter em mente quais são as palavras-chaves e sua melhor combinação para encontrar os resultados mais relevantes com respeito ao objeto pesquisado;
• Conhecer o funcionamento dos mecanismos de busca, suas ferramentas avançadas e as opções que facilitam, otimizam e focalizam a busca nas bases de dados; no caso dos portais, deve-se conhecer seus sistemas de acesso, de indexação e de arquivamento.
Vale dizer que o processo de pesquisa é muito pessoal e recursivo. A pesquisa sobre um tema depende do nível de conhecimento e qual o interesse do usuário acerca do tema. Se o pesquisador não tem muita familiaridade com o objeto pesquisado, é recomendável que escolha um tópico mais geral ligado a ele. A partir daí, deve-se fazer um levantamento sobre as temáticas, autores ou bibliografia que se associam de forma mais relevântes ao mesmo. Só depois de ter uma idéia mais clara sobre o objeto que se pretende estudar que se deve buscar tópicos mais detalhados. As pesquisas na web podem ser feitas principalmente de duas formas:
• através dos próprios sites que hospedam os documentos procurados; ou
• através dos index dos sites de busca (Google e Altavista, por exemplo).
A escolha por um ou outro vai depender da informação que você já dispõe sobre seu objeto de busca. A economia de tempo poderá ser considerável. A inteligência e a perspicácia do usuário desempenham papéis importantes para a obtenção de bons resultados na Internet.Vale dizer que os sites de busca, em sua grande maioria, ignoram letras maiúsculas e minúsculas e as acentuações da língua portuguesa (´), (`), ("), (ˆ), (˜) e interpretam o "ç" como c. O mesmo acontece também quando a palavra inclui caracteres como "ñ", "ü", "ë", "ö". "ï". Isso permite que os usuários não tenham problemas ao usar outros teclados. Vale dizer quer, antes de fazer uma busca de palavra em outra língua, o usuário deve se certificar de como caracteres específicos de uma língua costumam ser escritos no alfabeto "básico". Por exemplo o "ä", "ü" e "ö" do alemão costumam ser adaptadas como "ae", "ue" e "oe".Outro recurso de busca é o uso da lógica boleana (AND, OR, NOT, NEAR). Vários sites de busca, como o AltaVista Advanced Search e o Excite, usam operações boleanas ou de proximidade ao mesmo tempo que os sinais "+" e "-". O emprego da lógica boleana pode dar mais especificidade à busca.
Por Rodrigo Gonçalves Ribeiro.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Web - derrubando fronteiras no espaço de tempo



Há algum tempo, antes da explosão de acesso a Web, a diferença de horas entre Brasil e Japão eram 12. A distância em kilômetros era cerca de 18.500 e um telefonema era... Bem... um telefonema era coisa de rico ou de empresa muito grande, pois custava muito e era de má qualidade. Ou seja, qualquer comunicação, seja comercial ou pessoal, com alguém que estivesse no Japão era muito difícil. Parecia que o Japão era muito mais longe do que realmente era.


Já nos dias de hoje, a diferença de horas continua em 12, a distância em torno 18.500 km não mudou. Porém as formas de comunicação. Quanta diferença! São instantâneas. O Japão, hoje, está mais perto.


A Web (WWW – World Wide Web) que significa “Rede de alcance mundial”, segundo o glossário criado pelos alunos no Momento 4, revolucionou e realmente derrubou fronteiras no espaço de tempo, uma vez que permitiu a comunicação on line entre as pessoas de todos os lugares no mundo que estivessem conectados a internet. Trata-se de uma evolução tecnológica sem retorno, ou seja, não irá parar ou se esgotar em um determinado ponto. Muito pelo contrário. O mundo caminha para universalização da difusão de tecnologias que permitam o livre acesso a internet e quanto mais surgirem tecnologias novas, as mais antigas tendem a se baratear. Forma-se, portanto, um círculo virtuoso em que cada vez mais pessoas se encontrarão conectadas.

Em relação a EaD, a Web se apresenta como principal componente tecnológico de apoio às atividades pedagógicas e de aprendizagem. Podemos compará-la ao meio de transporte que leva o aluno presencial a sala de aula. Porém, com imensa diferença das janelas desse ônibus serem virtuais e as paisagens que passam por elas serem escolhidas por nós através de um simples clique. Nesse contexto faz-se muito importante a construção de filtros que permitam a seleção dos lugares (informações) que serão visitados a fim de não perdemos o foco de onde queremos chegar.

Por fim, podemos dizer que a Web com navegadores, homepages, sites, chats, blogs, wiks, videoconferências, e-mails e muitas outras tecnologias diminuiu tempos e derrubou fronteiras ao redor do mundo inteiro. Do campo ao cybercafé, da atividade agrícola às ONGs, do interior aos grandes centros...

Por Leonardo da Silva trindade Matos

Ambientes Virtuais como aliados na aprendizagem – Núbia Schaper Santos

Sabemos que os avanços tecnológicos, nos surpreendem, a cada dia, são novas invenções, cada vez mais dinâmicas e eficientes, o que nos faz pensar que já estamos “velhos” para tanto modernismo, e que não iremos acompanhar os grandes avanços tecnológicos.

Estes avanços vêm contribuindo, de maneira eficaz para o desenvolvimento da sociedade em geral, tanto, na saúde quanto na educação, como é o caso dos cursos à distância. Baseado no texto Ambientes virtuais como aliados na aprendizagem, de Núbia Schaper Santos, Doutoranda em Educação, pela Universidade Estadual do rio de Janeiro, podemos observar que é possível concluir um curso a distancia com excelência. Os ambientes virtuais é que vão aproximar o aluno/professor e o aluno/aluno, como em uma sala de aula tradicional, e algumas ferramentas virtuais são aliadas para o sucesso dos cursos à distância. Conheceremos algumas delas:

  • Second Life: é uma ferramenta nova, que permite que os participantes escolham, seus papeis dentro do ambiente virtual, podendo simular uma sala de aula, com professores e alunos.

  • Blog: é uma ferramenta, que permite debates e interação sobre determinados temas, pode ser compartilhado por um grupo, onde os participantes podem ser autores.

  • Wikispace: também é uma ferramenta de interação e debates, bem parecida com um blog, porém, qualquer pessoa pode apagar alterar ou editar as criações de outros autores.

  • Videoconferência: é uma ferramenta que permite o encontro de várias pessoas num ambiente virtual, onde todos podem participar em tempo real, ouvindo e falando.

  • Fórum de discussão: também é uma ferramenta de participação, onde pode-se questionar, opinar e levantar dúvidas, porém nesta ferramenta o professor ou o tutor é um mediado, que pondera as questões.

  • Chat: é uma ferramenta que permite as pessoas se comunicarem em tempo real, é o famoso bate-papo na internet, onde os participantes devem ser objetivos e rápidos.

Pudemos observar que baseado no texto Ambientes Virtuais como aliados na aprendizagem, há várias ferramentas virtuais que nos permite encurtar caminhos, impedindo que o fator tempo e distância nos impeça de realizar um curso e principalmente de formarmos grandes laços de amizade e companheirismo, num curso a distância.


por JOSILENE MOREIRA DE CASTILHO

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

E ai, alguém com o texto pronto...rsrs

Pessoal, agora é so preparar o texto e postar no blog. Depois cada um pode fazer os comentários que desejar.